RESENHA: FANGIRL – RAINBOW ROWELL

fangirl
Páginas: 424;
ISBN: 9788542803686;
Autor: Rainbow Rowell
Data de Publicação: 10 de setembro de 2013
Ano de Publicação no Brasil: 2014;
Gênero: Ficção Juvenil;
Idioma Original: Lingua Inglesa.
Idioma: Português
Formato: Físico e E-book;
Classificação: 5/5 estrelas
Marca: Novo Século – SP.

SINOPSE:

Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme. Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real. Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto. Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências. Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?

Minhas Considerações:

simonbaz

O que dizer sobre Fangirl?

Melhor ainda, como a gente consegue amar um livro mesmo tendo odiado a personagem principal na maior parte do tempo?

Quer dizer eu entendo todos os problemas que o abandono da mãe causou as meninas, mas a Cath é um pouco louca e reprimida demais? Será que ela deveria ter se fechado no mundo dela desse jeito? E porque a Wren não conseguia ver que estava tão danificada como a irmã e o pai? Mas por outro lado, a Wren não tinha o direito de tentar ser normal? Ela não podia ser só um pouco egoísta? E porque ela não tentou ajudar a irmã?

Se eu pudesse, perguntaria tudo isso a Rainbow Rowell, claro, depois de conseguir agradece-la por escrever um livro tão bom.

– Mas até agora, você só reclamou do livro!
Sim, bem. Acontece.

Acontece que a Cather me representa um pouco, ou um pouco demais.
O mundo adulto? Faculdade? Coisas e pessoas novas e diferentes? Primeiro amor? Sentir? Assusta demais.

Se eu pudesse ter me trancado em um mundo de Simon Snow nos primeiros meses de faculdade, ou até mesmo em cada situação difícil, eu me fecharia lá tranquilamente e jogaria a chave fora. Só que eu não tinha um Levi me esperando lá fora, ou como no caso da Cath, pedindo para entrar no meu pequeno mundo mágico. Mas também, eu teria perdido a oportunidade de viver a vida lá fora, então foi um não para a caixa.
Eu passei quase todo o livro conversando com a Cath e revirando os olhos para ela (porque sou dessas), quer dizer: hellow amiga, Nick quer o seu cérebro e Levi é muito magyyya. Vamos abrir os olhos. Rolou até um: não se reprima, não se reprima mental pra garota deixar de ser mala. E conversas muito sérias e unilaterais para ela deixar a irmã dela se ferrar. A louca ainda foi tentar reatar laços com a senhora-abandono, vamos encarar, apenas NÃO, Wren.

Sobre Simon Snow: MEUDEUSDOCÉU, como é que eu vou olhar pro Harry e pro Draco com os mesmos olhos novamente? (tem que ler para entender, migos).
Eu quase amei mais Simon Snow do que a própria história e quando ouvi rumores de que a autora vai lançar um livro sobre eles, quase explodi de felicidade, porém vi só rumores. Mas, achei sensacional como a autora retratou o universo fandon (essa frase é coerente?), enfim, ela sabe do que ta falando, não colocou tudo muito fantasia ou rosas e arco-íris.

E como não cair de amores pelo Levi? Como não virar o santo Antônio de cabeça para baixo e implorar por um Levi na vida da gente? Não, espera…
Levi, entrou para o Rank de melhores caras literários, melhor mocinho da vida o mais persistente, meigo, lindo, sensacional, vem-pra-minha-vida-pelo-amor-do-senhor.
Eu realmente não espera que a Cath virasse a senhorita popularidade e fosse ser amiga de todo mundo (exceto da Reagan, que vamos combinar, é um espetáculo á parte), até porque cairia muito na fantasia, gostei do final, achei totalmente apropriado.
Tenho que confessar que tinha um certo preconceito com os livros da Rowell, e peguei Fangirl num momento em que eu não tinha vontade de ler livro nenhum, nada me agradava, mas virei a noite lendo e quando terminei tinha aquele sentimento de que o livro me escolheu e não o contrário. Eu não descobri até terminar o livro que esse é o meu tipo de livro, não de um gênero específico, mas do tipo que significa alguma coisa.

Me arriscaria dizer, que está no TOP 3 desse ano e no TOP 10 da minha vida.

“Você vence quando ninguém te encontra, até mesmo quando não há ninguém procurando.”

Super indico ❤

E aí, vai ler Fangirl e descobrir porque ele deixa os fãs de Harry Potter um pouco loucos ? (nos dois sentidos, claro) Lê aí e depois você me conta 😉

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4 comentários sobre “RESENHA: FANGIRL – RAINBOW ROWELL

  1. Lina disse:

    Eu já vi algumas resenhas sobre o livro “Fangirl” e sempre lembro que eu quero ler esse livro, mas na correria da vida eu também sempre esqueço de adquiri-lo! hahaha 😛
    São tantos livros que é difícil saber por qual começar! :]

    Curtido por 2 pessoas

  2. Bruna Martins disse:

    Assim que li Eleanor & Park fiquei com muita vontade de ler mais obras dessa autora incrível…mas não sabia qual delas escolher e ler primeiro. Bem, agora já sei! Adorei a resenha e pretendo ler Fangirl em breve 🙂 Parabéns linda… Beijinhos

    Curtido por 1 pessoa

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