RESENHA: ART&SOUL – BRITTAINY C. CHERRY

art e soul

  • Páginas: 269;
  • ISBN: 9781511796859;
  • Autor: Brittainy C. Cherry;
  • Data de Publicação: 20 de Abril de 2015;
  • Gênero: New Adult;
  • Idioma Original: Língua Inglesa.
  • Formato: E-book;
  • Classificação: 5/5 estrelas
  • Você encontra na Amazon;

SINOPSE:

Eu sempre tinha sido a estudante de arte invisível no colégio.
Ignorada. Camuflada. Despercebida.
Agora eu era Aria Watson …aquela garota.
Depois de uma má decisão e ser rotulada como puta, eu já não era invisível. Eu era a prostituta. A ignorante. A vagabunda.
Eu nunca seria invisível novamente.
Particularmente para Levi Myers. Ele era o garoto estranho com a bela alma que aceitava e compreendia a garota quebrada dentro de mim.
Apaixonar-me não era o plano. Mas como eu poderia resistir as suas promessas de esperança? De perdão? De um futuro que eu tinha parado de sonhar?
Nós estávamos quebrados. Estávamos com cicatrizes. Éramos algo estranho e bonito.
Éramos duas almas perdidas, segurando a única coisa que poderia nos manter inteiros.
Um ao outro.

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

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Eu não sou esse tipo de pessoa e odeio ser, mas desta vez: CONTÉM SPOILERS.

Art&Soul é doce, o tipo que não enjoa e não faz mal se comer demais.

Acho que eu tô numa maré de livros com mocinhos do tipo “sonho de consumo”.

Acho que eu li ele entre Fangirl e Confess, e eu já expus meu amor em relação a Levi e Owen. E em Art&Soul tem mais um Levi. SIIIIM!

E não decepcionou, foi amor a primeira vista, da minha parte, quero dizer, não da Aria.

Ou talvez, tenha sido o mesmo com ela e ela só não queria admitir.

Eu não esperava muito desse livro, mesmo depois de ter lido Loving Mr. Daniels (que por sinal, é um livro sensacional), eu sabia que ele deveria ser bom, bom do tipo, bem escrito e tudo o mais, mas não muito mais que isso. Quer dizer, mais um livro que despertou meu interesse inicial, apenas pela capa. Tudo bem que a sinopse parecia boa, mas ainda me parecia: mais do mesmo.

Na realidade hoje, eu não ia fazer uma resenha sobre esse livro, mas tô tentando absorver ainda os últimos acontecimentos do livro que li ontem.

Eu sei que apenas parece como se eu desse cinco estrelas para todas as resenhas que postei até agora, mas eu penso muito sobre qual livro postar aqui e o que dizer. Eu gosto mais de livros gringos do que nacionais, até tenho uma ou duas autoras favoritas nacionais, mas hoje em dia os livros parecem apenas cópias uns dos outros do tipo: cara mandão, macho alfa, personagem com problemas emocionais, traumas psicológicos, mocinhas que derretem em poças e 50 tipos de posições sexuais diferentes em cada um. Eles se conhecem, dão o primeiro beijo (se eles não tiverem problemas com beijos, devido a um trauma do seu escuro passado, é claro) e correm direto para uma cama, ou sofá, ou quarto de armazenamento ou parede, ou apenas no meio de qualquer lugar.

A história tem tudo para ser boa, ás vezes, ela é realmente boa, mas eu rolo tanto os olhos que fico com medo de ficar vesga ou desenvolver um tique.

Então, quando aparece uma história que é mais do que apenas uma ligação sexual, tem sentimentos e eles se parecem com pessoas mais reais do que com coelhos, eu tendo a ter que indicar para as pessoas.

A história começa com POV do Levi (muito amor), eu já fiquei meio desconfiada que ele ia ser o cara com problemas emocionais, fechado e triste. Ele quer tentar se conectar com o pai, construir uma ligação que ele não tem ideia de porque, foi quebrada. Ele também tem uma mãe ‘super-protetora’, que mais pra frente, descobrimos, não é apenas super-protetora, é doente.

Então conhecemos Aria, ela é uma artista. Típica adolescente rebelde, mas ainda assim, a garotinha do papai. Ela acaba fazendo umas escolhas erradas e seu mundo vira de ponta cabeça.

Ela era a garota invisível, com apenas um melhor amigo, o próprio irmão que estudava na mesma escola que ela, a ignorava. Ninguém sabia que o jogador popular era irmão dela, nem ao menos sabiam seu nome.

Então, ela entra para as estatísticas: grávida aos 16.

Então ela conhece Levi.

O garoto novo e estranho que alimenta cervos. A novidade quente da escola, mas que sorri muito para ela e tenta ser seu amigo. Ele também gosta de procurar palavras novas no dicionário.

As coisas na casa de Aria não vão tão bem, depois da notícia que Aria lançou na mesa do jantar, seus pais já não se entendem, seu pai nem olha mais para ela. Na casa de Levi as coisas estão tão ruins, quanto. Seu pai parece diferente da pessoa que ele conheceu quando criança e parece não querer ter nada a ver com ele. Mas ele aprendeu esconder sua dor muito bem.

Então, Aria e Levi, tem um projeto de arte para desenvolver juntos e acabam descobrindo muito um sobre o outro e o garoto parece não julga-la pela escolha que ela fez, de manter a gravidez, ou mesmo se deixar engravidar em primeiro lugar.

“A maneira como seu corpo iluminou com cor pela primeira vez desde que nos conhecemos era indescritível. Parte de mim queria perguntar-lhe como ela explorava a arte, mas eu me preocupava que se fizesse qualquer barulho, então, ela poderia pular de volta à realidade e seus olhos ficariam tristes novamente. Mamãe costumava me dizer que a felicidade não durava, portanto, uma pessoa devia segurá-la o maior tempo possível, sem perguntas, sem arrependimentos.”

Aria se recusa a contar para qualquer um quem é o pai de seu bebe. Ela está com o coração quebrado, quer dizer o filho da mãe, apenas a iludiu e voltou para a namorada. Então, é impossível para ela se deixar sentir tudo o que ela sente por Levi, isso, sem levar em conta, sua gravidez. Se não bastasse isso, tem o pai de Aria, que quer Levi o mais longe possível de sua filha, por odiar o pai do garoto, mas então a cidade toda odeia o pai dele.

Só que, caramba, Levi é apenas tão bom para ela.

E realmente, eu pensei que dona Brittainy não poderia se superar, mas Levi, mesmo com todos os problemas (e são muitos, e muito ruins), ainda é o melhor tipo de cara. Ele ajuda Aria a juntar os pedaços partidos dela, sem nem mesmo que ela perceba. Na minha experiência literária, os caras não são bons assim, com os problemas que ele enfrentou. Ele é decente, gentil, bom amigo, talentoso (ele toca violino) e é um profissional em air guitar (melhor qualidade de todas kk) e ainda coloca uma barriga falsa quando consegue levar Aria ao baile da escola, porque as pessoas estão olhando para ela.

“Levi Myers era real? Ele realmente existia? Ou meu coração triste, negro o criou por que ansiava por um pouco de cor? “

Simon é o melhor amigo estranho, nerd, sarcástico, que tem toc e uma paixão um pouco louca pela garota mais popular da escola.

“— Certo. E eu serei tipo: ei, garota sexy, se você pudesse só me deixar colocar e retirar o preservativo quatro vezes antes de começarmos a parte suja, seria ótimo. Sim, sem problema.”

Mas ele acaba se apaixonando por Abigail, que tem como apelido Abigail Esquisita. Ela é uma menina inteligente, que veste roupas estranhas, cita Marcus Aurelius, tem um dom para a cozinha, está sempre com pressa e tem um segredo. Ela não tem amigos, mas então, Levi, um dia faz com que ela pare por alguns minutos para sentar com eles.

“— Ninguém realmente mexe com você quando você é a garota estranha que se veste engraçado. Era para eu continuar andando sem parar, encontrar meu caminho dia após dia, nunca tendo uma pausa, nunca parando para perceber as coisas.”

E então, há Grace, que é a irmã mais pentelha de todas.

“— Eu não vou trocar quaisquer fraldas sujas. Você nem sabe como trocar uma fralda?!
— Você não deveria estar na cama?
— Você não deveria não estar grávida? “

Sim, Grace, eu quero ser você quando eu crescer ❤

Eu não vou dizer á vocês se esse livro tem um final feliz ou não, não vou contar o que aconteceu com o bebê de Aria, ou ainda quem é o idiota do pai, também não vou contar sobre o primeiro beijo, nem o último, mas vou dizer que: esse livro fala sobre amor, a extensão do amor. Fala sobre amizade, dor, perda, escolhas ruins, fala sobre bullying, perdão, aceitação e segundas chances. E ensina pra gente, que nem toda dor precisa ou deve ser carregada sozinha.

Eu: Arte – substantivo: a qualidade, produção, expressão ou domínio, de acordo com princípios estéticos, do que é belo, atraente, ou mais do que ordinário.
Aria: Eu gosto disso.
Eu: Eu acho que você é arte.”

Suuuuuper indico, leiam gente 😉

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