RESENHA: THE VIRGIN ROMANCE NOVELIST – MEGHAN QUINN

TVRN

  • Páginas: 292;
  • ISBN: 9780986449512;
  • Autor: Meghan Quinn.
  • Data de Publicação: 2 de Abril de 2015;
  • Gênero: Humor; New Adult;
  • Idioma Original: Língua Inglesa.
  • Formato: E-book;
  • Classificação: 4.5/5 estrelas.
  • Você encontra na Amazon;

SINOPSE:

“Os seios dela se erguiam com alarmante velocidade enquanto a pesada mão dele descia para seu macio, ainda rijo espinheiro…”.

Você pode dizer ‘espinheiro’em um romance? E quanto à espada de carne? Isso é o que era… uma espada de carne. Bem, tanto quanto é possível ser uma espada de carne, ‘matando através das profundezas dos desejos mais obscuros de uma mulher’.

E sobre os seios? Eles podiam realmente levantar?

Deus, eu não tenho nem ideia do que acontecia quando se tocavam as partes íntimas.

Eu sou uma virgem tentando escrever um romance erótico,mas não consigo escrever uma cena de sexo, graças à minha falta de experiência.

Meus dois melhores amigos me incentivaram-na a abandonara caneta por um tempo,e ganhar alguma prática real através das múltiplas facetas do namoro, como encontros às cegas, perfis online e conexões aleatórias.

Mas perder minha virgindade está se provando ser mais difícil do que o esperado…

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

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Acho que eu nunca ri tanto com um livro na minha vida.

E gente, eu já li um monte de livros inusitados.

Eu não sei se você vai ler esse livro, ou mesmo o que falar sobre ele, mas tenho que adiantar: não leia ele em público de jeito nenhum. E esse não é apenas um conselho do tipo: ‘ah, você rir um pouco’. Não, para não rir histericamente com ele você tem que ter uma santa cara de pôquer e nervos de aço, ou ser insensível (eu acho).

Eu li a cena em que Rosie se ‘encontrou’ com Phillip, de madrugada (porque sou uma vampira e não durmo a noite) e quase acordei a casa toda.

E na primeira vez de Rosie, eu tive que parar para, aleatoriamente assistir o jogo na tv, porque a vergonha alheia chegou fundo até mim, e só de pensar em voltar a ler eu explodia em risos. E não dá pra ir lá e apenas explicar porque que você tá rindo feito uma hiena brisada, sem parecer mais louca ainda.

Agora, sobre a história: Rosie me representa. Pelo menos em alguns aspectos.

Vou começar do começo pra tentar fazer algum sentido.

Rosie, foi criada em uma família conservadora. Seus pais até dormiam em camas separadas. Ela foi pra faculdade, fez alguns amigos, se formou e arrumou um emprego que ela odeia. O sonho dela é ser escritora, sonho esse que surgiu da paixão pelos livros. O problema é que: Rosie é muito inocente, além de claro, ser virgem. Então como diabos, ela poderia escrever uma cena decente de sexo?

“Há uma enorme comunidade por aí de pessoas que amam amor, que amam romance, e eu sou uma delas. É um mundo que eu amo viver, onde há felizes para sempre, onde a garota estranha pega o garoto bonitão,e onde o cavalherismo não está perdido. Eu sei que tudo aquilo não tem como ser verdade, que a vida não pode ser tão grandiosa como alguns romances fazem parecer, mas eu continuo amando cada uma dessas estórias. Porque isso é um escape da realidade, um momento no tempo onde você pode sonhar acordado com o impossível, onde há uma chance de presenciar o verdadeiro amor se revelar bem em frente de você. “

Ela mora com os amigos, Delaney e Henry. E então entre uma cena muito ruim que ela escreveu e Delaney deixando escapar a ‘condição’ de Rosie para Henry, eles resolvem fazer uma intervenção.

Então Rosie, começa uma série de encontros que acabam sendo muito desastrosos. E essas ‘coisas’ desastrosas que acontecem nos encontros são coisas que acho que muita gente já pensou sobre tipo, ‘já pensou isso acontecer?

A briga dela com o gato do escritório, que é um gato mesmo, é um espetáculo á parte, ela jura que o gato a odeia e faz as coisas mais difíceis para ela de propósito.

Então, o romance. Sim, o romance. Essa parte é meio clichê: melhor amigo muito gato e melhor amiga se apaixonam. E isso me irritou um pouco, porque apenas, drama.

Enfim, não que eu não tenha gostado de Henry, porque ele me ganhou na primeira frase em que ele chama ela de ‘amor’ e não que ele não seja um doce, porque ele simplesmente é.

Vou ser sincera e dizer que não gostei do final. Achei que a escritora correu muito no final, juntou tudo do jeito que deu e fez um epílogo meio cagado (desculpem). Eu esperava outra coisa do final e não foi nada daquilo, não de um jeito bom. Quer dizer o livro todo é bom, mas acho que haviam outras coisas que ela poderia ter explorado no final (como o livro de Rosie, o que aconteceu com ele?) e ela não colocou. Embora, que para ser sincera também, eu ri com o final.

“E assim fizeram Virginia e Poseidon.”

Então acho que vocês precisam ler, pra saber que raio de citação aleatória é essa.

O livro não tem especialmente passagens muito românticas, mas o nível de fofura de Henry, meio que faz a gente esquecer tudo sobre isso.

Sim, quero um melhor amigo, Henry para mim 😦

Rosie meio que é a leitora também, porque ela sabe que se ela fosse uma personagem literária, ela seria ‘aquela garota’. Sim, aquela garota que a gente quer bater pra caramba, ás vezes, mas ela é muito gente como a gente, também, então acho que tudo bem.

“Ugh, eu era aquela garota. Aquela garota que não conseguia recompor sua maldita mente. Aquela garota no romance que eu queria chacoalhar incontrolavelmente, dar uns tapas para colocar algum senso nela.Eu podia ver as resenhas agora: ‘Deus, Rosie é tão irritante’. ‘Rosie é tão aguada e insípida’. ‘Rosie não reconhece uma coisa boa mesmo quando isso bate na cara dela’.”

Acho que se eu pudesse indicar um livro pra todas as minhas amigas seria esse (exceto que, eu tenho essa amiga, que se casou esses dias e não me convidou, então pra ela não, apenas seja feliz, linda). Rosie, é engraçada, sincera, um pouco constrangedora, mas pensa as mesmas coisas que a gente, mas ela realmente vai lá e fala, então, leiam 🙂

“Amor não é fácil e amor não é gentil; amor é algo onde você sacrifica tudo na esperança que talvez, só talvez, haja uma pessoa neste mundo que vai te aceitar pelo que você é.”

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3 comentários sobre “RESENHA: THE VIRGIN ROMANCE NOVELIST – MEGHAN QUINN

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