RESENHA: MARKETING & AMOR (Empire State #1) – REBECCA ROMERO.

Marketing&Amor - CAPA. 2 pngSinopse:

Margot O’Hara é uma das empreendedoras mais bem-sucedidas do país e tem sua vida inteiramente como ela sonhou. Vendo mais uma oportunidade, ela aceita a proposta que a família Renard lhe apresenta: uma parceria para que ela ajude a salvar uma agência de relacionamentos que está propensa a falir.

Elijah Renard, por outro lado, está infeliz com seu trabalho. Mas quando passa a conhecer Margot, ele começa a sentir uma chance de reatar seu interesse nos negócios da família.

Seguindo esse caminho de Marketing e Empreendedorismo, Margot e Elijah iniciam um vínculo que vai além do digital.

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

Páginas: 234 • ASIN: B01N2N09W4  • Autor: Rebecca Romero • Data de Publicação: 27 de Novembro de 2016 • Gênero: Comédia Romantica; Erótico • Idioma: Português• Formato: E-book • Você encontra na Amazon:  http://amzn.to/2pOx4fY

MARKETING E AMOR

Eu terminei o livro a alguns dias e fiquei pensando bem em como eu poderia escrever essa resenha, como se qualquer palavra que eu não escolhesse cuidadosamente, pudesse ferir ou desmerecer o trabalho maravilhoso da Rebecca.

Então, eu resolvi, começar com algo que eu sei, que me foi ensinado e enraizado em mim, logo no começo da faculdade (se você não sabe, sou formada em marketing, embora seja péssima em trabalhar o meu próprio).

“O cliente NEM sempre tem razão. ”

Eu sei que existe muita gente que vai se sentir meio ultrajado com isso, mas é a verdade absoluta. Provavelmente isso foi enraizado no cérebro de todo mundo, que o cliente tem sempre razão, mas ele não tem. É no máximo, uma desculpa que muita gente usa pra ser mal educado e que precisa de alguém pra culpar por qualquer insatisfação que veio a ter com qualquer produto ou serviço que obteve. Mas, para isso existe o CDC, que realmente não é o meu ponto nisso tudo, mas qualquer um que der uma olhada nele, vai ter uma visão melhor do assunto.

O ponto é que, nessa situação, eu sou o cliente, e provavelmente, eu NÃO tenho razão, mas se eu não expusesse minha real opinião, eu estaria traindo a mim mesma.

Desse jeito tá até parecendo que eu vou dizer coisas horríveis, e eu não vou.

POR ISSO, APERTEM SEUS CINTOS E NÃO SAIAM DESSA PÁGINA!

Então, querida Rebecca, se você estiver lendo isso, eu peço desculpas por qualquer coisa que eu disser e possa magoar você, embora, essa não seja, absolutamente minha intenção. Porque você tem sido, nada menos do que incrível comigo, de verdade.

Eu fiquei meio insatisfeita com o livro e provavelmente é culpa minha que coloquei as expectativas lá no alto, já que marketing é uma coisa que eu amo, e, eu não sei o que eu esperava, mas certamente era mais.

Marketing & Amor tem um enredo incrível, personagens inteligentes, fortes e bem estruturados, além de muito bem-sucedidos e mente-aberta.

Margot é a pessoa que eu quero ser quando crescer (a louca), modelo de sucesso e empoderamento feminino, decidida, esperta, engraçada, bonita, desapegada dos valores ultrapassados, heroína de si mesma e apaixonada.

Elijah é inteligente, rico, bem-sucedido, bonito, trabalha com aquisição de empresas que estão para falir, e estaria tudo bem, se nos últimos tempos ele não estivesse completamente desanimado com tudo. Além do mais, ele só não consegue dizer aquela palavra.

Então a família de Elijah assiste uma palestra de Margot e acaba se apaixonado pelo trabalho dela, por sua garra, determinação e a paixão com que fala sobre ele.

E é essa paixão que Margot inspira, que parece resplandecer dela, que acaba dando a Elijah um pequeno empurrão para fora da escuridão que ele acabou envolvido.

E inevitavelmente eles acabam se aproximando.

Eles se tornam amigos, contam coisas um para o outro e depois se torna mais…

E, eu queria mais.

A cada final de capítulo, eu só conseguia pensar nisso: Que existem centenas de conversas e cenas iniciadas que poderiam ter sido mais explanadas, assuntos que seriam interessantes. Por exemplo Margot e Elijah começam a conversar, a se conhecer e de repente o capítulo acaba e eles se conhecem, mas eu não conheço os dois, entenderam? Acho que os personagens têm essa profundidade, mas ela não foi tão explorada quanto poderia.

E não foram só as cenas que envolviam os protagonistas, existem interações entre Reagan e Margot, ou mesmo com Gillian e Luke, que parecem que foram cortadas e o leitor quer ou mesmo sente que precisava daquela interação, para ligações futuras entre os personagens, ou mesmo janelas de oportunidades que poderiam ser exploradas mais adiante, ou nos outros livros da série.

E provavelmente essa vai ser a última coisa não-tão-bacana que eu vou dizer: as frases em inglês.

Eu não tava me sentindo muito à vontade pra falar sobre isso, até que eu vi você mencionar algo no facebook: você já pensou em escrever em inglês? Tipo, toda a história. Provavelmente sim, porque li algo parecido na timeline.

Eu amo que eu possa lê-la em português, amo mesmo.

Mas a sua pegada é escrever sobre personagens gringos que vivem em outro país que falam outro idioma. E, (na minha opinião que é apenas minha e que pode significar apenas um monte de nada) muitas vezes você termina diálogos com pequenas expressões em inglês e que, pelo menos na minha cabeça, muito consciente de que eles falariam inglês, não cabem no contexto, porque eles falam tudo em inglês.

Mesmo que frases como: “Join the club” e “bloody hell” sejam incríveis quando a gente que é brasileiro, fala e quase ninguém entende e fica boiandinho.

Ou mesmo, dane-se, você poderia apenas incluir umas notas de rodapé, porque eu entendi você, algumas pessoas vão entender, mas outras não e Inferno Sangrento é uma tradução legal demais pra não ser inserida em algum cantinho.

Menos Darling, Darling é doce, adorável, principalmente quando dito pelo Elijah.

Rebecca, você me odeia? Espero que não.

Mas o que eu espero mesmo, do fundo do coração é que você tenha planos para pelo menos mais um livro pra Margot e pro Elijah, acho que eles tem muito mais pra contar pra gente. Porque você criou algo incrível, personagens com mentes e personalidades próprias que falam a mesma língua (e dessa vez não tô falando sobre idioma), eles tem a mente aberta e se entendem, o que seria o modelo de sociedade perfeito, mas que por enquanto a gente só pode sonhar (e ler nos livros).

E outra coisa: Reagan. Acho que ela tem muito a dizer, muito mesmo. E ela merecia uma história só dela.

Você é incrível, Rebecca. Quando eu digo que seus personagens têm muito a dizer, espero que você saiba que eu tô falando de você também, você é uma escritora incrível, talentosa e corajosa, muito corajosa, porque eu não tenho coragem de botar minhas histórias lá pra todo o mundo ver e de repente vir uma maluca que acha que sabe alguma coisa e ficar dando um monte de pitaco ~no caso, essa seria eu mesma~ nas minhas ideias.

Tô ansiosíssima pra ler seus outros livros, conhecer novos personagens e ver tudo o que você tem pra contar para o mundo.

Falando nisso, Engenharias do Amor o segundo volume da série Empire Estate, já está em pré-venda e vai ser lançado no aniversário da nossa querida estrela do Marketing, Margot O’Hara, dia 4 de maio. Anotem em seus calendários e programem-se pra ler.

Mas antes vai lá e garante o seu clicando aqui: http://amzn.to/2pODXOw.

engenharias do amorm - capa

Luke O’Hara está fazendo uma mudança drástica em sua vida: ele se demitiu do seu emprego. Ele quer mais. E ainda mais. Ele quer que Gillian confie nele para contar seus detalhes pessoais em vez de apenas acompanhá-lo para tomar cerveja enquanto conversam sobre séries e filmes.

Gillian Hopkins é focada em sua carreira de empreendedora digital e envolve poucas pessoas em sua vida pessoal. Entretanto, o irmão de sua afiliada e melhor amiga passou a ficar envolvido demais. Mais do que conversas em um bar, porque Gillian gosta da presença de Luke, e isso é um problema. Há coisas dolorosas em sua vida que ela prefere não emitir.

Sentar no sofá com uma taça de vinho na mão pode ser relaxante. Mas quando o coração faz companhia, o vinho pode derramar.


E vocês pessoas, Marketing & Amor é uma história leve e divertida, que aborda um assunto super sério: a depressão, e com a maior delicadeza possível. E como muitos outros é um aviso pra olhar para o outro com mais amor e atenção.

Leiam, só me ignorem e leiam, porque vale à pena.

ACOMPANHE A AUTORA:

Rebecca Romero (@booksrebecca)

E como eu sempre acabo dizendo, são autores bons assim, tão apaixonados pelo que fazem, que me dão esperança para o futuro da nossa literatura.

Cuidem-se vocês.

Paz ❤

 

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2 comentários sobre “RESENHA: MARKETING & AMOR (Empire State #1) – REBECCA ROMERO.

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