RESENHA: MARKETING & AMOR (Empire State #1) – REBECCA ROMERO.

Marketing&Amor - CAPA. 2 pngSinopse:

Margot O’Hara é uma das empreendedoras mais bem-sucedidas do país e tem sua vida inteiramente como ela sonhou. Vendo mais uma oportunidade, ela aceita a proposta que a família Renard lhe apresenta: uma parceria para que ela ajude a salvar uma agência de relacionamentos que está propensa a falir.

Elijah Renard, por outro lado, está infeliz com seu trabalho. Mas quando passa a conhecer Margot, ele começa a sentir uma chance de reatar seu interesse nos negócios da família.

Seguindo esse caminho de Marketing e Empreendedorismo, Margot e Elijah iniciam um vínculo que vai além do digital.

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

Páginas: 234 • ASIN: B01N2N09W4  • Autor: Rebecca Romero • Data de Publicação: 27 de Novembro de 2016 • Gênero: Comédia Romantica; Erótico • Idioma: Português• Formato: E-book • Você encontra na Amazon:  http://amzn.to/2pOx4fY

MARKETING E AMOR

Eu terminei o livro a alguns dias e fiquei pensando bem em como eu poderia escrever essa resenha, como se qualquer palavra que eu não escolhesse cuidadosamente, pudesse ferir ou desmerecer o trabalho maravilhoso da Rebecca.

Então, eu resolvi, começar com algo que eu sei, que me foi ensinado e enraizado em mim, logo no começo da faculdade (se você não sabe, sou formada em marketing, embora seja péssima em trabalhar o meu próprio).

“O cliente NEM sempre tem razão. ”

Eu sei que existe muita gente que vai se sentir meio ultrajado com isso, mas é a verdade absoluta. Provavelmente isso foi enraizado no cérebro de todo mundo, que o cliente tem sempre razão, mas ele não tem. É no máximo, uma desculpa que muita gente usa pra ser mal educado e que precisa de alguém pra culpar por qualquer insatisfação que veio a ter com qualquer produto ou serviço que obteve. Mas, para isso existe o CDC, que realmente não é o meu ponto nisso tudo, mas qualquer um que der uma olhada nele, vai ter uma visão melhor do assunto.

O ponto é que, nessa situação, eu sou o cliente, e provavelmente, eu NÃO tenho razão, mas se eu não expusesse minha real opinião, eu estaria traindo a mim mesma.

Desse jeito tá até parecendo que eu vou dizer coisas horríveis, e eu não vou.

POR ISSO, APERTEM SEUS CINTOS E NÃO SAIAM DESSA PÁGINA!

Então, querida Rebecca, se você estiver lendo isso, eu peço desculpas por qualquer coisa que eu disser e possa magoar você, embora, essa não seja, absolutamente minha intenção. Porque você tem sido, nada menos do que incrível comigo, de verdade.

Eu fiquei meio insatisfeita com o livro e provavelmente é culpa minha que coloquei as expectativas lá no alto, já que marketing é uma coisa que eu amo, e, eu não sei o que eu esperava, mas certamente era mais.

Marketing & Amor tem um enredo incrível, personagens inteligentes, fortes e bem estruturados, além de muito bem-sucedidos e mente-aberta.

Margot é a pessoa que eu quero ser quando crescer (a louca), modelo de sucesso e empoderamento feminino, decidida, esperta, engraçada, bonita, desapegada dos valores ultrapassados, heroína de si mesma e apaixonada.

Elijah é inteligente, rico, bem-sucedido, bonito, trabalha com aquisição de empresas que estão para falir, e estaria tudo bem, se nos últimos tempos ele não estivesse completamente desanimado com tudo. Além do mais, ele só não consegue dizer aquela palavra.

Então a família de Elijah assiste uma palestra de Margot e acaba se apaixonado pelo trabalho dela, por sua garra, determinação e a paixão com que fala sobre ele.

E é essa paixão que Margot inspira, que parece resplandecer dela, que acaba dando a Elijah um pequeno empurrão para fora da escuridão que ele acabou envolvido.

E inevitavelmente eles acabam se aproximando.

Eles se tornam amigos, contam coisas um para o outro e depois se torna mais…

E, eu queria mais.

A cada final de capítulo, eu só conseguia pensar nisso: Que existem centenas de conversas e cenas iniciadas que poderiam ter sido mais explanadas, assuntos que seriam interessantes. Por exemplo Margot e Elijah começam a conversar, a se conhecer e de repente o capítulo acaba e eles se conhecem, mas eu não conheço os dois, entenderam? Acho que os personagens têm essa profundidade, mas ela não foi tão explorada quanto poderia.

E não foram só as cenas que envolviam os protagonistas, existem interações entre Reagan e Margot, ou mesmo com Gillian e Luke, que parecem que foram cortadas e o leitor quer ou mesmo sente que precisava daquela interação, para ligações futuras entre os personagens, ou mesmo janelas de oportunidades que poderiam ser exploradas mais adiante, ou nos outros livros da série.

E provavelmente essa vai ser a última coisa não-tão-bacana que eu vou dizer: as frases em inglês.

Eu não tava me sentindo muito à vontade pra falar sobre isso, até que eu vi você mencionar algo no facebook: você já pensou em escrever em inglês? Tipo, toda a história. Provavelmente sim, porque li algo parecido na timeline.

Eu amo que eu possa lê-la em português, amo mesmo.

Mas a sua pegada é escrever sobre personagens gringos que vivem em outro país que falam outro idioma. E, (na minha opinião que é apenas minha e que pode significar apenas um monte de nada) muitas vezes você termina diálogos com pequenas expressões em inglês e que, pelo menos na minha cabeça, muito consciente de que eles falariam inglês, não cabem no contexto, porque eles falam tudo em inglês.

Mesmo que frases como: “Join the club” e “bloody hell” sejam incríveis quando a gente que é brasileiro, fala e quase ninguém entende e fica boiandinho.

Ou mesmo, dane-se, você poderia apenas incluir umas notas de rodapé, porque eu entendi você, algumas pessoas vão entender, mas outras não e Inferno Sangrento é uma tradução legal demais pra não ser inserida em algum cantinho.

Menos Darling, Darling é doce, adorável, principalmente quando dito pelo Elijah.

Rebecca, você me odeia? Espero que não.

Mas o que eu espero mesmo, do fundo do coração é que você tenha planos para pelo menos mais um livro pra Margot e pro Elijah, acho que eles tem muito mais pra contar pra gente. Porque você criou algo incrível, personagens com mentes e personalidades próprias que falam a mesma língua (e dessa vez não tô falando sobre idioma), eles tem a mente aberta e se entendem, o que seria o modelo de sociedade perfeito, mas que por enquanto a gente só pode sonhar (e ler nos livros).

E outra coisa: Reagan. Acho que ela tem muito a dizer, muito mesmo. E ela merecia uma história só dela.

Você é incrível, Rebecca. Quando eu digo que seus personagens têm muito a dizer, espero que você saiba que eu tô falando de você também, você é uma escritora incrível, talentosa e corajosa, muito corajosa, porque eu não tenho coragem de botar minhas histórias lá pra todo o mundo ver e de repente vir uma maluca que acha que sabe alguma coisa e ficar dando um monte de pitaco ~no caso, essa seria eu mesma~ nas minhas ideias.

Tô ansiosíssima pra ler seus outros livros, conhecer novos personagens e ver tudo o que você tem pra contar para o mundo.

Falando nisso, Engenharias do Amor o segundo volume da série Empire Estate, já está em pré-venda e vai ser lançado no aniversário da nossa querida estrela do Marketing, Margot O’Hara, dia 4 de maio. Anotem em seus calendários e programem-se pra ler.

Mas antes vai lá e garante o seu clicando aqui: http://amzn.to/2pODXOw.

engenharias do amorm - capa

Luke O’Hara está fazendo uma mudança drástica em sua vida: ele se demitiu do seu emprego. Ele quer mais. E ainda mais. Ele quer que Gillian confie nele para contar seus detalhes pessoais em vez de apenas acompanhá-lo para tomar cerveja enquanto conversam sobre séries e filmes.

Gillian Hopkins é focada em sua carreira de empreendedora digital e envolve poucas pessoas em sua vida pessoal. Entretanto, o irmão de sua afiliada e melhor amiga passou a ficar envolvido demais. Mais do que conversas em um bar, porque Gillian gosta da presença de Luke, e isso é um problema. Há coisas dolorosas em sua vida que ela prefere não emitir.

Sentar no sofá com uma taça de vinho na mão pode ser relaxante. Mas quando o coração faz companhia, o vinho pode derramar.


E vocês pessoas, Marketing & Amor é uma história leve e divertida, que aborda um assunto super sério: a depressão, e com a maior delicadeza possível. E como muitos outros é um aviso pra olhar para o outro com mais amor e atenção.

Leiam, só me ignorem e leiam, porque vale à pena.

ACOMPANHE A AUTORA:

Rebecca Romero (@booksrebecca)

E como eu sempre acabo dizendo, são autores bons assim, tão apaixonados pelo que fazem, que me dão esperança para o futuro da nossa literatura.

Cuidem-se vocês.

Paz ❤

 

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REBECCA ROMERO: PROMOÇÃO DE PÁSCOA.

Ei vocês, há uns dias venho falando sobre o livro Marketing & Amor, da querida Rebecca Romero, e adivinhem o que?

Ela ficou maluquinha e colocou ele de graça na Amazon!

Então não perde tempo e corre lá pra garantir o seu, porque é apenas hoje!

CLIQUE AQUI PARA COMPRAR: http://amzn.to/2pOx4fY.

Marketing&Amor - CAPA. 2 png

Sinopse: 

Margot O’Hara é uma das empreendedoras mais bem-sucedidas do país e tem sua vida inteiramente como ela sonhou. Vendo mais uma oportunidade, ela aceita a proposta que a família Renard lhe apresenta: uma parceria para que ela ajude a salvar uma agência de relacionamentos que está propensa a falir.

Elijah Renard, por outro lado, está infeliz com seu trabalho. Mas quando passa a conhecer Margot, ele começa a sentir uma chance de reatar seu interesse nos negócios da família.

Seguindo esse caminho de marketing e empreendedorismo, Margot e Elijah iniciam um vínculo que vai além do digital.

Logo menos tem resenha dele aqui no blog!

Acompanhe a autora:

Rebecca Romero (@booksrebecca)

Beijão ;*

BIG LITTLE LIES (PEQUENAS GRANDES MENTIRAS): O LIVRO E A SÉRIE.

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Em tempos de 13 Reasons Why, ninguém anda dando muito a atenção que Big Little Lies, de fato, merece.

Esse post é um protesto! (a doida)

Eu sei, eu entendo a euforia.

E provavelmente eu vou ter que fazer um post sobre isso também, já que todo esse boom só serviu para me deixar bem indignada. Não com a série, a série é ótima, incrível, mesmo. O inferno, como diria o poeta, são os outros. Vocês sabem, todos aqueles bullies que infernizavam todo mundo na escola e agora são #TeamNãoSejaUmPorque. Todo mundo virou vítima, os agressores são todos pequenos fantasmas ou viraram pó.

Mas meu post de hoje, é sobre uma outra série que trata de um problema tão grave quanto bullying e suicídio: Big Little Lies.

E você caro leitor, deve saber que a minissérie é baseada no livro da autora Liane Moriarty de mesmo nome, lançado no Brasil com o título de Pequenas Grandes Mentiras, e se não sabe, bom, está perdendo uma leitura incrível.

Hoje eu não vim aqui para comparar livro e série, de modo algum, esse post é um elogio, um agradecimento e uma indicação, nada mais.

Não vou ser hipócrita e dizer que li o livro antes de ver a série, mas o motivo que me levou a vê-la, foi o livro, e o motivo que me levou a ler o livro foi a série. No terceiro episódio eu já estava cheia de suspeitas e teorias e não aguentava mais esperar o final pra confirmar qualquer coisa, então mergulhei no livro e não me decepcionei.

Tenho que admitir que no começo eu não me senti muito confortável com a leitura e provavelmente vocês vão me julgar, quando eu disser o porquê. E eu já vou concordar que provavelmente isso me torna uma leitora terrível. A trama toda já é um suspense, mas ter uma terceira pessoa me contando tudo embola todo o meu cérebro (normalmente, já muito confuso). Livros em terceira pessoa demoram a ter um apelo em mim. E eu, bem inocente, já tava achando que ia ter terminado de ler tudo quando o próximo episódio saísse. Não foi assim. Mas, quando a coisa engrenou, ela literalmente foi pra frente.

Que livro incrível, gente! Sério, eu apenas queria dar um abraço de agradecimento na Liane.

A história das duas composições é mais ou menos a mesma, poucas coisas mudam, alguns personagens, algumas características físicas, geografia (já que o livro se passa na Austrália e por motivos que eu acho que deveriam ser óbvios ou não, a série se passa nos E.U.A), coisas assim.

A trama gira em torno de um grupo de mulheres, Madeline, Celeste e Jane. É verdade que existem outras mulheres com papel fundamental na trama, mas vou dizer apenas três “coisas” para vocês: Reese Whitesrpoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley. Não eram bem coisas, mas se vocês vivem em algum lugar perto do Planeta Terra, já ouviram esses nomes e devem saber que eles falam por si. Elas respectivamente, vivem as três protagonistas da série, que acabam se aproximando por terem seus filhos entrando na mesma escola.

E por algum motivo a aproximação dessas três mulheres que são completamente diferentes uma da outra, é a causa de um assassinato, ou é assim, que as pessoas que são entrevistadas/ interrogadas ao longo da trama, fazem parecer.

Madeline é forte, criou a primeira filha sozinha, porque seu ex-marido era um idiota que não estava preparado para as responsabilidades de uma família, e mesmo tendo encontrado o amor com Ed, ela não conseguiu superar as coisas que seu ex fez. Principalmente agora, que ele formou uma família feliz com Bonnie e sua filinha Skye, e não ajuda que a menininha esteja matriculada na mesma classe que a filha mais nova de Madeline, Chloe.

Celeste é além de bonita, rica, com um marido aparentemente perfeito, lindos filhos gêmeos, teve uma boa carreira como advogada e agora é mãe em tempo integral.

Jane é uma mãe solteira, recém-chegada na cidade, ela tem um emprego como contadora e se dedica ao filho, Ziggy. Ela só não vai falar sobre o pai de Ziggy.

O filho de Jane acaba sendo acusado de agredir uma das coleguinhas de sala e Madeline se coloca incondicionalmente ao lado de Jane e aparentemente aí, é onde tudo começa.

Então, como eu disse lá em cima, Big Little Lies, aborda assuntos sérios, além de se tratar de um assassinato, fala de bullying e violência doméstica.

Agora, a fotografia e a trilha sonora da série são incríveis. Cada música mais incrível que a outra. Mesmo que a trama não fosse espetacular, talvez eu assistisse apenas pelas imagens deslumbrantes e a trilha sonora. Ouçam a trilha sonora. Mesmo.

Claro que nem tudo que está no livro está na série. Existem algumas coisas que eu achei fundamentais, que poderiam ter entrado na série, ou ainda, eu não sei, ter mais uns vinte capítulos? Hahahaha. Tudo bem, tudo bem, isso, foi só eu, sendo gananciosa.

Eu amei a série, mesmo. Acho que tudo foi impecável, não faltou nada. Mesmo o final que não é exatamente o mesmo do livro, me agradou bastante. E me surpreendeu. Não esperava por aquele desfecho, embora eu tivesse uma ideia.

Agora, pode ser que eu tenha ficado satisfeita apenas porque li o livro também, então eu sei e entendi, tudo que eu poderia ou precisava sobre a trama.

Mas essa trilha sonora ❤

E as imagens (não sou especialista, mas imagino que o termo certo, seja fotografia), são incríveis, muito luxo, mesmo. Quando penso em uma palavra pra descrever só consigo pensar em deslumbrante.

pgm capaSinopse:

Com muita bebida e pouca comida, o encontro de pais dos alunos da Escola Pirriwee tem tudo para dar errado. Fantasiados de Audrey Hepburn e Elvis, os adultos começam a discutir já no portão de entrada, e, da varanda onde um pequeno grupo se juntou, alguém cai e morre.
Quem morreu? Foi acidente? Se foi homicídio, quem matou?
Pequenas grandes mentiras conta a história de três mulheres, cada uma delas diante de uma encruzilhada.
Madeline é forte e decidida. No segundo casamento, está muito chateada porque a filha do primeiro relacionamento quer morar com o pai e a jovem madrasta. Não bastasse isso, Skye, a filha do ex-marido com a nova mulher, está matriculada no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline.
Celeste, mãe dos gêmeos Max e Josh, é uma mulher invejável. É magra, rica e bonita, e seu casamento com Perry parece perfeito demais para ser verdade.
Celeste e Madeleine ficam amigas de Jane, a jovem mãe solteira que se mudou para a cidade com o filho, Ziggy, fruto de uma noite malsucedida.
Quando Ziggy é acusado de bullying, as opiniões dos pais se dividem. As tensões nos pequenos grupos de mães vão aumentando até o fatídico dia em que alguém cai da varanda da escola e morre. Pais e professores têm impressões frequentemente contraditórias e a verdade fica difícil de ser alcançada.
Ao colocar em cena ex-maridos e segundas esposas, mãe e filhas, violência e escândalos familiares, Liane Moriarty escreveu um livro viciante, inteligente e bem-humorado, com observações perspicazes sobre a natureza humana.

Mas acho que é isso, se você por um acaso viu a série, recomendo fortemente que leia o livro, não é essencial, porque lá tem tudo o que você precisa saber, mas é mais como um complemento, muita coisa vai fazer sentido, tem muito a acrescentar.

E se você leu o livro e por um acaso do destino, não viu a série, é isso aí, dispa-se de quaisquer preconceitos sobre as adaptações e mergulhe na série sem medo.

Se você pessoa, não conhece nenhum dos dois, não perde tempo, comece por qualquer um dos dois, mas corre lá, porque Big Little Lies é o tipo de obra essencial para qualquer bom leitor ou seriador.

Ah, e se você já conhece ambas, deixa aqui nos comentários sua opinião.

É isso, beijão.

Cuidem- se, vocês.

Paz ❤

NOVIDADES: NOVO LIVRO REBECCA ROMERO.

Ei vocês, tudo certo?

Acho que os lançamentos estão acontecendo mais rápido do que a minha pobre eu doente pode acompanhar.

Essa semana, nossa querida Rebecca Romero lançou Com Você, Eu vou, conto que faz parte da série de livros Empire State (esse nome é muito luxo). Com Você, Eu Vou, é um romance de gênero e conta a história de Scarlett, Meredith, Theodoro e Wilbur, e se passa entre os livros Marketing & Amor Engenharias do Amor , e já está a venda na Amazon.

Confira a capa e a sinopse:

com você eu vou capa

Tudo pode ser mais simples.

Scarlett Duran e sua noiva Meredith Garcia conseguiram um lugar na Madison Avenue para a loja de roupas femininas que elas construíram juntas. Mas há um problema: Scarlett pode ter cometido um pequeno erro de marketing. Agora ela não somente está preocupada com o Natal que terá que ver seu pai, como também está preocupada em ter falhado com seu próprio negócio.

Enquanto isso, seu primo Theodoro Duran está se apaixonando. Há esse garoto que ele conhece do colégio e que passou a se envolver mais com ele na aula de francês que frequentam juntos. Theodoro deseja saber se Wilbur lhe considera um amigo além de beijos.

Scarlett conseguirá trazer o sucesso que GirlsGirls merece? Theodoro e Wilbur são parceiros? Descubra lendo essa novella que era para ter sido um conto de Natal.

Você pode adquirir o seu clicando nos links abaixo:

Marketing & Amor (Empire State #1);

Com Você, Eu Vou (Empire State #1,5);

Acompanhe a autora pelas redes sociais:

Rebecca Romero (@booksrebecca)

NOVIDADES: NOVO LIVRO DA AUTORA CARINA RISSI.

O livro do nosso Irlandês (que a gente já ama, mesmo sem conhecer ❤ ) finalmente ganhou capa e sinopse e SIM, SIM, SIM! também entrou em pré-venda!

“Quando a noite Cai” deve estar em nossas mãos lá pelo dia 22 de Maio.

Corre lá pra garantir o seu.

CAPA QUANDO A NOITE CAI

SINOPSE:

“Briana Pinheiro sabe que não é a pessoa mais sortuda do mundo. Sempre que ela está por perto algo vai mal, especialmente no trabalho. Por isso é tão difícil manter um emprego. E a garota realmente precisa de grana, já que a pensão da família não anda nada bem.

Mas esse não é o único motivo pelo qual Briana anda perdendo o sono. Quando a noite cai e o sono vem, ela é transportada para terras distantes: um mundo com espadas, castelos e um guerreiro irlandês que teima em lhe roubar os sonhos… e o coração.

Depois de ser demitida — pela terceira vez no mês! —, Briana reúne coragem e esperanças e sai em busca de um novo trabalho. É quando Gael O’Connor cruza seu caminho. O irlandês de olhar misterioso e poucas palavras lhe oferece uma vaga em uma de suas empresas. Só tem um probleminha: seu novo chefe é exatamente igual ao guerreiro dos seus sonhos.

Enquanto tenta manter a má sorte longe do escritório, Briana acaba por misturar realidade e fantasia e se apaixona pelo belo, irresistível e enigmático Gael. Em uma viagem à Irlanda, a paixão explode e, com ela, o mundo de Briana, pois a garota vai descobrir que seu conto de fadas está em risco — e que talvez nem mesmo o amor verdadeiro seja capaz de triunfar…”

Pré-venda:

Saraiva: http://bit.ly/2p6f93O
Travessa: http://bit.ly/2oEGEFj

Lembrando que a dona CarinalindaRissi já adiantou que quem comprar na pré-venda leva brinde exclusivo.

RESENHA: WAIT FOR IT – MARIANA ZAPATA.

WFI - CAPA

SINOPSE:

Se alguém alguma vez disse que ser um adulto era fácil, eles não tinham sido um por tempo suficiente.  Diana Casillas pode admitir: ela não sabe o que diabos está fazendo na metade do tempo.

Como ela conseguiu passar os últimos dois anos de sua vida sem matar ninguém é nada menos que um milagre. Ser um adulto não era suposto ser tão difícil.

Com uma casa nova, dois meninos que ela herdou da maneira mais dolorosa possível, um cachorro gigante, um emprego que ela geralmente ama, mais que suficiente de família e amigos, ela tem quase tudo que ela poderia pedir.

Exceto por um namorado.

Ou um marido.

Mas quem precisa de um desses?

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

wfi 3

Páginas: 670 • ASIN: B01N2RJFW1 • Autor: Mariana Zapata • Data de Publicação: 06 de Dezembro de 2016 • Gênero: New Adult • Idioma: Língua Inglesa • Formato: E-book • Você encontra na Amazon.

CLASSIFICAÇÃO: 5 ESTRELAS.

 

Está oficialmente decidido: Amo a Zapata!

Todas as histórias dela, são surpreendentes, e, todos os personagens que você ama, dos outros livros, aparecem, em algum momento.

Só isso deveria bastar para todo mundo ir lá e amar ela infinitamente. Mas, não, segurem-se, que tem mais:

Ela escreve livros únicos! Isso mesmo! Ú-N-I-C-O-S!

E o fato deles todos serem únicos, só aumenta a vontade de ler mais sobre cada história!

E não acabou!

Todas as histórias fogem do usual: mocinha-encontra-mocinho e boooom!

Então, eu meio que estou tentando vender a Zapata para o mundo, mesmo.

Eu não achava que ela pudesse me fazer amar outra história dela, tanto quanto, amei Kulti, mas ela conseguiu. Wait For It, me fez cair de amor logo nas primeiras linhas, porque, apenas, como não amar Louie?

Diana Casillas (sim, ela está relacionada com a Sal), acabou de se mudar com os sobrinhos para uma nova cidade. Ela é a guardiã legal dos meninos, desde que eles perderam os pais, e ela tenta dar o melhor dela para cuidar dos meninos. Então, logo depois de se mudar, ela acorda, com seu filho/sobrinho, Louie, em sua cama, dizendo que não consegue dormir, por causa de alguma discussão que está ouvindo na rua e não o deixa dormir. E nesse momento a gente tem um vislumbre de quão louca ela é, porque, depois der ver que um homem, possivelmente, um de seus vizinhos, está apanhando de três outros homens na rua, ela pega o bastão de basebol de seu sobrinho, Josh, e sai para fora para defende-lo. E depois disso, não tem como não gostar dela até o fim, porque, apenas, que louca (o que não é tão verdade assim, já que a personalidade dela já tinha me feito adorar ela, logo de cara).

Então, ela conhece Dallas, seu vizinho, e irmão do cara muito rude que ela ajudou naquela noite. Ele também era o cara quente que ela viu seminu enquanto ajudava o cara todo arrebentado para dentro de casa, e o futuro treinador de Josh.

WAIT FOR IT.jpg 2

Dallas, parece também ter algum problema muito sério com ela. Ele de alguma forma, acredita que Diana está dando em cima dele, e ele, bem, é casado. Então, Diana, tem uma conversa, muito esclarecedora com ele, usando argumentos do tipo “você não é meu tipo” e “ acho que posso manter minhas mãos para mim mesma”. Já que ela não estava realmente dando em cima dele. Até porque, como ela poderia mesmo, começar a pensar em ter um homem em sua vida depois de seu último relacionamento? Ainda mais, com os meninos, e as crescentes alfinetadas de sua mãe sobre como ela poderia não ser a pessoa mais apta a criar os meninos.

Dallas e Diana, conseguem entrar em um tipo de acordo, para serem amigos, e em pouco tempo ele está sempre lá para ajudar ela e aos meninos. (Sim, ela consegue manter as mãos dela para si mesma, e ainda ressalta isso em cada oportunidade que tem.)

Mas, tudo é completamente platônico, porque Dallas, nunca trairia a “esposa”, e Diana nunca tentaria nada com um homem casado.

Eu acho grande a maneira como a Zapata desenvolve a trama dela. Todos os relacionamentos dos personagens nunca parecem superficiais. Você não tem que ficar se perguntando de onde surgiu o amor entre eles, o carinho, a confiança e a amizade entre os dois, porque deu tempo de ver tudo acontecendo. Não foi algo que surgiu do nada, não foi uma paixão instantânea. É tudo muito bem construído, tudo muito bem costurado, para não deixar furo nenhum. Assim, como todos os personagens dela, Dallas e Diana construíram uma amizade, antes de qualquer outra coisa, passaram por algumas situações juntos que dá uma certa profundidade para a relação deles. E isso fez com que eu me apaixonasse de vez pela escrita dessa mulher.

“Havia um monte de coisas sobre o amor que você só poderia aprender depois que você encarasse o tipo real. O melhor tipo não era essa coisa suave, doce de corações e piqueniques. Não era florido e divino.
O amor verdadeiro era corajoso. O verdadeiro tipo de amor nunca desiste. Alguém que te amava iria fazer o que é melhor para você; eles se levantariam por você e fariam sacrifício. Alguém que te amava iria enfrentar qualquer inconveniente de bom grado.
Você não sabe o que é amor até alguém estar disposto a desistir do que ele mais ama por você.”

Me fez ver que assim como, alguns outros grandes autores, não foi uma coisa de um livro só. Que qualquer coisa que eu pegar dela para ler, vai ser coerente, interessante, e vai me fazer criar um amor sem fim pelos personagens, mesmo os mais ásperos, e até mesmo, um tanto, quanto babacas.

E a história não aborda só a relação dos dois, fala muito sobre a posição de Diana como uma tia que de repente, se vê no papel de mãe, de duas crianças, uma que teve que mudar a vida toda, por amor aos dois. Passou de uma jovem relativamente despreocupada, para ter que se preocupar em construir o caráter de dois meninos incríveis. E tem que passar pelas mais diversas situações por ser jovem. Como se não fosse uma adulta de verdade, e os outros adultos, tivessem o direito de julgar se ela faz o certo ou errado. Acho que o fato dela se preocupar se estava fazendo o certo com eles e se era a melhor pessoa para cuidar dos dois, já diz tudo sobre isso.

WFI - 2

A autora trouxe para o universo de Wait For It, personagens como, Vanessa e Aiden, de The Wall Of Winnepeg and Me (que se você leu, já conhece Diana de lá, como a melhor amiga de Vanessa), Trip, que aparece em Under Locke (e se você prestar atenção vai perceber que Iris e Dex aparecem também), e por último, mas nem por isso, menos importante, aparecem também a Salamandra e o Salsichão, também conhecidos, como Sal e Kulti (Sal é prima de Diana).

O que eu posso dizer pra vocês? A tropa toda está reunida!

Agora, só duas coisas que eu ainda não sei e gostaria muito de saber:

  • Porque o irmão de Dallas, estava apanhando? Ele vai mudar para melhor?
  • Qual o passado obscuro do noivo de Ginny? Existe um livro sobre o qual eu precise saber? (Provavelmente.)

A segunda pergunta, foi mais uma falta de pesquisar mesmo, mas gostei demais de como tudo terminou. É mais um desses livros que não importa a quantidade de páginas, você sempre vai querer ler um pouco mais, com uma das melhores mocinhas de sempre.

Incrível, Zapata! Você arrasa!

Leiam, pessoas, garanto que vocês não vão se arrepender 😉

Cuidem-se, vocês.

Paz ❤