EU DESNATURADA + DOIS ANOS DE BLOG!

Quem foi a pessoa mais querida da terra que esqueceu o aniversário do blog?

Sim sim sim, foi moi!

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E não existem desculpas (na verdade, existem várias, mas nenhuma realmente boa o suficiente), para isso. Mas é basicamente o que eu faço na vida, esquecer coisas e menosprezar o valor de algumas delas.

Quando eu tava na sexta ou sétima série, por algum motivo bem idiota eu pressionei meu melhor amigo pra me contar que ele gostava de uma determinada menina, e quando ele disse que na verdade, ele gostava era de mim, eu fechei ele completamente da minha vida. Idiota.

Entenderam? Quando alguma coisa, por algum motivo faz com que eu me sinta desconfortável ou pressionada de alguma forma, eu corto ela e pronto.

O blog disse que ama rsrsrsrsrs

Ok, não, mentira.

Eu comecei a achar que nada do que eu andava escrevendo era bom o suficiente. Mas bom o suficiente pra quem?

O meu intuito desde o começo era escrever pra mim, mesmo que eu estivesse indicando livros para as outras pessoas.

E eu li livros incríveis, mas nem todos eles eu postei no blog por achar minhas impressões rasas ou mesmo, por querer guardar eles só pra mim. E também tem aquela coisa de: “Nossa olha quantas resenhas aquele outro blog ali posta por semana/dia/hora/mês”. E esse tipo de pensamento começou a afetar até minhas leituras, eu só não conseguia ler. E essa é a coisa que eu mais amo, a coisa em que eu sou melhor.

Então, eu comecei a me sentir pressionada.

– Nossa, mas a vida adulta é assim mesmo, a gente tem que se acostumar com a pressão e esse tipo de coisa.”

Sério, que morte horrível.

O blog nasceu pra ser leve e descomplicado e eu acabei complicando tudo.

Cada post de desculpa, sumiço e etc’s, é um empurrão pra longe que eu acabo dando no assunto. Cada maratona de série, tanto as literárias, com as da Tv (que atualmente são muitas), são desculpas que eu arrumo para deixar para depois, para conseguir não pensar. E é apenas, frustrante pra caramba.

E tem a coisa das pessoas. As pessoas de fora, e por fora, quero dizer sua família, amigos e todo mundo que vai ficar em cima de você cheios de “como é que vai o seu blog e etc?”

Pressão, pressão, pressão.

E tem a vida, né? Tem dias em que ela é absolutamente uma droga, dias em que a gente acorda e parece como se a gente nunca mais fosse ser feliz. Dias em que a gente se esforça pra caramba pra continuar com todo o resto ou apenas focar numa tarefa por vez.

E tem dias em que o cara da biblioteca onde você estuda olha pra você e baseado no que vê, julga que você não é o tipo que lê e te dá um passa-fora.

Meu filho, eu leio mais de 100 livros por ano, e você, lê quantos?

(é, acho que isso não era pra ter entrado nesse post)

Eu amo ler, amo falar sobre livros, amo, amo mesmo.
E mesmo que reconhecer o problema seja o primeiro passo para a solução, não é tão fácil assim, não é tão simples.

Cada comentário me faz sorrir, cada interação, cada acesso de vocês me faz muito feliz e eu só tenho a agradecer. E eu vou voltar a postar, aos poucos, como eu já disse em outro post. Eu não preciso provar nada pra ninguém além de mim mesma, e assim que eu conseguir colocar isso de vez na cabeça, eu volto.

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Obrigada a todos vocês por esses dois anos, mesmo. Espero que venham mais, e que eles sejam mais felizes e mais descomplicados.

Amor,
Ana.

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Eu vou ali, ver se finalmente, finalmente, finalmente compro meu box.

Beijo pra vocês, cuidem-se!

RESENHA: SLAVE TO THE RHYTHM – JANE HARVEY-BERRICK.

Slave to the Rhythm, capa SINOPSE:

Dança. Armas.

MÚSICA. Balas.

RITMO. Dor.

Música na minha cabeça, dança no meu corpo, o ritmo do meu coração.

Até onde você pode cair em apenas um mês? Com que rapidez pode o espírito humano ser quebrado? Onde o mal se esconde à vista?

Ash quer dançar. Precisa. Deixar para trás uma vida de expectativa e dever, de libertar sua alma.

Mas a vida nunca é tão simples assim. Cada etapa é uma viagem em uma estrada nova.

Para toda a ação há uma reação. Cada escolha tem uma consequência.

E quando você encontra a pessoa errada, todas as apostas estão desligadas.

Laney tolera suas limitações, empurrando silenciosamente os limites. Mas quando Ash cai em seu mundo através de raiva e violência, desencadeia uma reação em cadeia que nenhum deles esperava.

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

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Páginas: 291  • ASIN:  B01ADL94B6 • Autor: Jane Harvey-Berrick • Data de Publicação: 08 de Março de 2016 • Gênero: New Adult • Idioma: Língua Inglesa • Formato: E-book • Você encontra na Amazon.  

CLASSIFICAÇÃO: 5 ESTRELAS.

 A versão oficial da minha opinião sobre os livros: é que a vida já é cheia de tragédia e tristeza pra gente ficar lendo sobre dor, destruição e os mais variados tons de atrocidades.

A versão extraoficial é: NOOOOOSSA OLHA ESSA SINOPSE, PARACE BEM DOLOROSO! NOSSA PROMETE MUITO CAOS E VÁRIAS MORTES! VAI ACABAR COM MEU PSICOLÓGICO. HUUUUM, VOU LER!

Naturalmente essa última é o que vale na hora de escolher o livro. Porque apenas, não sigo meus próprios conselhos.

Entendam, eu realmente não aprecio a tragédia, nem nada disso, mas vamos concordar que nenhum livro é cem por cento feliz (se ele for, algo de muito errado não está certo). E nada se compara com a leitura de um livro que faz você prender a respiração ou precisar de uma pausa para respirar, porque os sentimentos que ele evoca em você são demais. Mas isso não vai importar e você não vai largar a história enquanto não souber que vai ficar tudo bem, ou o mundo vai explodir novamente em caos, ou eu não sei, você só tem aquela urgência de chegar ao final.

E é exatamente isso o que aconteceu em Slave To The Rhythm.

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No começo parecia apenas mais um desses livros, vocês sabem qual, aqueles com o badboy que se apaixona pela boa garota e todo aquele amor faz ele sossegar.

E no início é o que parece. Laney é atraída pelo bonito dançarino no clube com aquela garota que apenas parece completamente errada com ele, e quando a garota deixa o cara na pista e ele olha desesperado em busca de alguma coisa, acaba vindo até ela.

O rapaz que diz se chamar Ash, parece desesperado para dançar com ela, mas isso apenas não vai acontecer. Eu já meio que desconfiava do porquê, mas não deixei de me chocar um pouco quando suas amigas vêm em seu auxílio e empurram sua cadeira de rodas.

Eu tenho que dizer que pensei todo tipo de coisa, a partir daí, mas não tive muito tempo, porque passado o prólogo veio a versão de Ash, e quando entendi tudo, eu só queria que tudo passasse bem rápido e que tudo bem, não ter tantos detalhes.

Ash é um dançarino, que veio da Eslovênia, para a América, dançar em um Teatro em Las Vegas. Mas logo que chega ao aeroporto nota que algo não está certo, principalmente depois de ter que entregar seu telefone e seu passaporte para o cara grandão e nada amigável que veio buscar os dançarinos no aeroporto.

Acho que isso diz muito sobre o que Ash, se meteu né?

(Eu assisti Salve Jorge, dona Jane Harvey-Berrick.)

Ele realmente está lá para dançar, mas acabou na mira de um desses caras que está no comando por lá (eu não vou contar o que acontece, eu não vou contar o que acontece, eu não vou contar o que acontece, eu não vou contar o que acontece, eu não vou contar o que acontece, eu não vou contar o que acontece). E vou dizer para vocês que não foi bonito e eu só queria virar todas as páginas até chegar num momento feliz da história. Queria que as cenas fossem menos curtas e que tivessem deixado as coisas para a minha imaginação, e aliás, eu ia ignorar imaginar de todas as maneiras possíveis.

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Mas Jane não poupou nenhum detalhe e se esforçou ao máximo para dar a nós, leitores, uma visão completa do que a Máfia fez com Ash.

(Ou não se esforçou, sei lá, né. Ela mata personagens incríveis muito facilmente, eu li os outros livros dela, eu já vi o que ela pode fazer com apenas algumas palavras.)

Então depois de contar tudo o que Ash passou até se encontrar com Laney, temos o ponto de vista dela. Ela acaba indo assistir ao show em que Ash está dançando e durante o intervalo, quando vai ao banheiro, acaba se deparando com um show de horrores. Sergei (o cara que encanou com Ash), está no banheiro e tem homens o mantendo preso, para estupra-lo.

Sim, isso foi um spoiler.

A partir daí, acho que a história começa.

Laney salvou a vida de Ash, entrando naquele banheiro e pedindo socorro, mas acabou colocando sua própria vida em risco. E ela não parou por aí, ela e as amigas alugaram um carro para deixar a menor quantidade possível de pistas e Laney fugiu com Ash de Vegas, levando-o para sua casa para pedir ajuda a seu pai, que é um policial. E Ash, não confia em policiais, desde que ouviu que aqueles de Vegas estavam na folha de pagamento da máfia russa.

Tudo parece muito louco e acontece em tão pouco tempo, e quando a gente menos espera revelações e mais revelações são jogadas nas páginas e apenas… UAL.

Laney tem um namorado (um bem idiota), é mais velha que Ash (isso não é um ponto principal), e ela anda.

Sim.

É isso aí. Ela anda.

Não é nenhum milagre, promovido pelo amor ou pela dança (porque ela tem dois pés esquerdos ~não de verdade~), ela tem artrite reumatoide e tem momentos de dor insuportável.

Então, ela apenas vai lá e leva Ash para morar com ela. Sem levar nada em consideração.

Ash não consegue esquecer da garota sem nome que ele viu no primeiro dia, a qual um dos capangas de Sergei sufocou provavelmente até a morte, quando estava tentando força-lo a fazer algo. Também não consegue deixar de pensar em seus amigos que ainda estão lá e podem sofrer por sua causa. E ele não tem nada. Nenhum dinheiro, roupa, telefone ou documentos. Só a bondade de Laney e sua dança.

Muita coisa acontece na história e a Jane tem um jeito de criar toda essa tragédia louca e ainda conseguir com que a gente possa ver a beleza no meio dela. A bondade. O amor. Até mesmo humor.

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Se eu usar qualquer outro adjetivo que não seja LINDO, para descrever esse livro, eu vou estar mentindo, muito descaradamente.

A Jane como sempre, conseguiu pintar esse quadro, assombrosamente lindo de tragédia, caos, coragem e paixão. Porque é disso que esse livro trata, de paixão. Paixão e coragem. Não só Laney e Ash como um casal, mas a paixão de Ash, pela dança, a gente pode acompanhar cada passo, de cada música, curando ele um pouco mais.

E esses dois são corajosos pra caramba. Além de terem os maiores corações.

Laney convive com a dor todos os dias, e mesmo no seu pior, não pôde parar de lutar por sua vida e fazer de sua missão pessoal, salvar Ash.

Apenas, obrigada Jane.

Por ter escrito algo tão incrível.

Por tratar de assuntos tão sérios, como o tráfico humano e abuso.

Mas principalmente por mostrar que há esperança, bondade e salvação, mesmo nas situações onde a palavra “desumano” acaba sendo pequena para expressar quão terrível realmente é.

Você é incrível, mulher.

Só, continue escrevendo pra caramba.

É uma pena que por enquanto nenhuma editora brasileira tenha descoberto o quão sensacional você é.

Sobre esse livro: apenas leiam e se apaixonem pelo Ash, tanto quanto, eu.

PS: Sim, eu não fiquei tão feliz com o final e sim, vou ver se com Luka, consigo um encerramento pra Laney e para o Ash que me deixe mais satisfeita.

É isso pessoas.

Beijo pra vocês.

Cuidem-se.

Paz ❤

 

Tá tudo bem não ter todas as respostas.

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Quando eu me imaginava no futuro, pensava em mim, como uma daquelas meninas silenciosas que sentam em cafés, por horas, apenas na companhia de um livro. Aquelas que parecem completamente serenas e bem resolvidas com o mundo.

A parte estranha é que, eu nunca, nem mesmo, gostei de café.

Pensando bem, provavelmente sou aquela garota, apenas não tão misteriosa quanto achei que seria, só… mais desiludida e nenhum pouco resolvida com o mundo. Mas atuo a serenidade muito bem.

Acho que a vida faz isso com a gente, vai matando os sonhos. Vai colorindo tudo de cinza.

Fazendo a gente endurecer nas bordas.

Eu fiquei doente no meu último dia de aula da escola, apenas fiz minhas provas e não me despedi de ninguém. Nunca parei para pensar que existiam pessoas ali que eu nunca mais iria ver na vida, nem que as vidas de algumas delas seriam tão curtas. Quando a gente é jovem, pensa que o dia seguinte a liberdade vai durar pra sempre e a gente fica tão ansioso que o dia chega e passa e nada acontece, mas não pensa sobre isso e continua esperando naquele recreio eterno, o extraordinário acontecer.

A verdade é que provavelmente nada de extraordinário vai acontecer, então nossa noção do que é extraordinário vai mudando, diminuindo, minguando, até se transformar em satisfação momentânea, e começa a esperar pelo normal, pelo simples, pelo banal.

Eu fui excluindo as pessoas da minha vida, desde a época da escola, chegando num ponto onde eu falava com todo mundo, mas não tinha nenhum amigo, e isso se mudou junto comigo pra vida adulta. Aos poucos, fui mandando todo mundo embora, encurtando todos os “ois”, contornando todos os diálogos inevitáveis e trancando o mundo todo de mim.

Eu criei uma ideia tão grande de não amar, de não precisar, de não querer que acabei me tornando uma dessas pessoas carentes de vida, que se recusam a acreditar em relacionamentos, ou em sonhos.

Eu queria o mundo, então de repente, eu só precisava de uma pausa dele.

A grande regra da minha vida se tornou “não deixar nada muito pessoal”.

A gente precisa marcar de se ver um dia” “Claro, vamos marcar”, eu me tornei a epítome dessa garota. Não ia sentar com ninguém pra brincar de ser banal e em seguida contar o fracasso da minha vida. Não quando há apenas alguns anos eu parecia ter tudo planejado, e pronto pra ir.

Anos atrás, eu precisava que alguém me dissesse, tá tudo bem não ter todas as respostas, você provavelmente nem vai precisar de todas elas.

Eu tô fazendo tudo errado, errando, errando e errando cada vez mais, provavelmente fazendo um estrago tão grande que alguma coisa aqui dentro vai ficar irreparável, mas tô tentando acertar também. Só não quero que mais ninguém se machuque no processo, porque embora a fachada insensível continue de pé, eu ainda me importo.

Eu ainda quero viver, ter as perguntas certas e aprender como responde-las por mim mesma. Quero aprender a sorrir, a sentir, a falar, a deixar as pessoas voltarem a entrar. Quero reaprender a conhecer as pessoas, começar as conversas e saber mais sobre elas. Quero aprender a lidar com o medo de que as pessoas vão me decepcionar, se decepcionar comigo ou ir embora.

Não quero deixar passar aqueles momentos, aqueles que podem ser os únicos, os últimos, os mais preciosos.

Eu ainda quero sonhar, ter fé, no mundo, no céu, nas pessoas, em mim.

Eu quero respirar o mundo e tirar todas essas travas e cadeados que eu coloquei ao meu redor e responder um sim de verdade pra cada pessoa que eu não vejo há muito tempo.

Quero guardar meu livro na bolsa, pedir chocolate quente, ou alguma mistura doce que vá pouco café e muita espuma, deixar a fachada ir, rir e me concentrar nas pessoas que estão na mesa comigo.

E dizer pra qualquer um tão perdido quanto eu, que não tem problema não ter todas aquelas respostas, a gente nem sempre vai saber o que fazer com elas e as perguntas estão sempre mudando.

Tá tudo bem não ter grandes sonhos também, e se você tiver sonhos enormes, tá tudo bem também.

Não tem problema amar cafeterias pitorescas e odiar café.

Não tem problema tirar uma folga do mundo, das pessoas e tirar um tempo pra você.

Não tem problema ser você.

Não tem problema se perder no caminho, ou ir devagar, um passo de cada vez. Ninguém escreve seu caminho, só você.

Não tem problema estar triste, se desiludir, errar, errar e errar.

Só tem problema desistir de você e achar que você merece menos do que o extraordinário.

Porque você merece.

Tudo.

E eu também.

Ausência.

Ei vocês, tudo certinho?

Eu sei, eu sei, eu sumo semanas do blog e reapareço do nada como se nada tivesse acontecido.

Vim me desculpar.

Por tudo, pela ausência, pela falta de dedicação e a falta de paciência.

Eu não sei, mas às vezes tudo parece uma droga e eu só apago tudo. Parei de postar várias coisas, como minhas indicações do Wattpad, por exemplo.

É complicado.

E eu só tô, tão cansada. De mim, das outras pessoas, de muita coisa, de tudo.

Eu ia mesmo deletar o blog, mas não consegui. Eu já comentei que comecei vários blogs e só desistia. É que chega uma hora, onde não dá pra avançar, sabe. A gente fica com medo do julgamento das outras pessoas, mesmo que o que os outros pensem não tenha importância. Só de saber que alguém conhecido já viu meu blog, me deixa em pânico, e cheia de “e se’s”.

Eu realmente não sei o que fazer.

Então, meu único comprometimento vai ser não excluir o blog, porque ele ainda é importante pra mim (quando eu menos espero, algo surpreendente acontece, mesmo as pequenas coisas, principalmente elas), quanto as postagens, vou fazendo assim, postando quando der, e quando puder.

Queria agradecer todos vocês que acessam o blog, curtem ou comentam os posts, tudo isso é incrível, vocês são incríveis. Mesmo.

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Obrigada 😉

RESENHA: TO HATE ADAM CONNOR – ELLA MAISE.

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Ele é o recém-divorciado, vencedor do Oscar, que acabou de se mudar para a porta ao lado com seu filho. Ele também acontece de ser um espécime masculino requintado e o bastardo astuto mais irritante que já encontrei.

Vamos ser honestas aqui, você não gostaria de dar uma espiada para vê-lo, esperançosamente, quando ele estiver nu? Você não iria derreter depois de vê-lo interagir com seu filho de cinco anos de idade? Será mesmo que tenho que mencionar o abdômen, a grande protuberância em suas calças ou esse braço pornográfico? Oh, espera, você nunca o espionaria? Certo…

Enquanto eu estava sendo pensativa por não ceder e entrar, estava realmente pensando em ir para oferecer-lhe um ombro – ou talvez uma besteira ou duas – para chorar (você sabe, por causa de seu divórcio), em vez disso, ele me colocou na prisão após um pequeno incidente.

Prisão, pessoal! Ele deveria me conceder inúmeros orgasmos como agradecimento, não uma cela. Depois desse dia, estava mentalmente planejando maneiras de estrangulá-lo, em vez de saltar em seus ossos para fazer amor doce. Então, se meu corpo fizesse mais do que apenas tremer quando ele sussurrasse pequenas coisas sujas no meu ouvido? Não posso ser responsabilizada por isso. E quando foi a última vez que ele beijou alguém, de qualquer maneira? Quem iria desfrutar de um beijo com um lado de ataque cardíaco?

Mesmo que ele e seu filho fossem as melhores coisas desde o pão fatiado – e não estou dizendo que ele era – eu não poderia cair por ele. Não importa que promessas ele sussurrasse em minha pele, minha maldição não nos deixaria. Eu não era uma donzela em perigo – poderia me salvar, muito obrigada – mas no fundo, ainda esperava que Adam Connor fosse o herói da minha história.

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

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Páginas: 366 • ASIN: B01GT4NXU4• Autor: Ella Maise • Data de Publicação: 09 de Junho de 2016 • Gênero: New Adult • Idioma: Língua Inglesa • Formato: E-book • Você encontra na Amazon:  http://amzn.to/2r9Fm6d

CLASSIFICAÇÃO: 4.5 ESTRELAS.

Com esse título, eu já tava quase odiando o Adam também (fazendo camisetas e tudo), antes mesmo de ler o livro, porque vocês sabem, nós mulheres temos que ficar unidas. Ainda mais depois do cara mandar a Lucy para a prisão, mas ele é apenas tão fácil de gostar, tão fofo que apenas não é possível odiar o cara.

Certo. Eu tenho que falar sobre a história.

Ou não, né?

Posso guardar ela só pra mim mesma.

MUAhaHAhahah.

“Poderia me apaixonar por tantos homens quanto possível e a maldição não poderia nem mesmo me tocar. Havia algo especial sobre se apaixonar por personagens fictícios através de palavras.”

Quando eu li a sinopse, eu apenas tinha que descobrir porque ele mandou Lucy para a prisão. Ela espiou ele pelo muro, claro, mas além de invadir completamente a privacidade dele, não tinha nada de mais, né?

Eu provavelmente ficaria o dia todo espiando pelo muro também, se uma estrela de cinema morasse ao meu lado.

Lucy acreditava estar amaldiçoada. Era a sina das mulheres de sua família ficarem sozinhas (e amargas), e depois de ser abandonada pelo cara que ela apenas admitiu estar apaixonada, ela se vê sem um teto para morar, mas ideia de voltar a morar com sua avó controladora é aterrorizante demais para sequer cogitar.

Então, mesmo que doa quase fisicamente pedir ajuda, ela vai para sua melhor amiga, que a acolhe imediatamente. Eu disse pra vocês que Olive (a melhor amiga), além de uma escritora em ascensão, apenas se casou com Jason Thorn, a estrela de cinema? (Tenho que ler esse livro também.)

Daí vocês devem estar pensando: “Hollywood, atores famosos, tabloides, intrigas, drogas, álcool, sexo e Rock’n Roll (talvez, não esse último), já conheço esse enredo. Deve ser aquele tipo de livro, li um, li todos.

Mas já vou adiantar pra vocês que a história fugiu da mesmice de sempre, sim, ainda é Hollywood, existem os tabloides e algumas intrigas, mas não é o clichê, eu juro.

Então, Lucy vai passar um tempo na casa deles e descobre que Adam Connor, se mudou para casa ao lado, e em um lapso momentâneo e levemente embriagado, ela e Olive, encontram uma escada e vão espiar o vizinho. Só que Lucy não para por aí.

Olive e Jason saem em uma viajem de trabalho e Lucy entediada, começa a espionar o vizinho cada vez mais. E é impossível não se derreter ao ver a estrela de cinema interagir com o filho pequeno. E embora ela tenha feito uma promessa de não se apaixonar novamente, já que está amaldiçoada, não existe qualquer tipo de problema em ficar observando de longe aqueles antebraços, quer dizer, aquele homem, que é a personificação da beleza.

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Até que ela vê algo fora do habitual e acaba pulando o muro.

E por mais puras que tenham sido suas intenções (caso de vida ou morte), Adam a manda direto para a cadeia.

Depois de descobrir o que realmente aconteceu, o filho de Adam, arrasta o pai para a casa dos Thorn para pedir desculpas a Lucy. Eles compreensivelmente não se dão muito bem, e implicam incansavelmente um com o outro, tudo isso, no tempo em que ele e o filho foram se desculpar. Mas com o filho preso nos encantos de Lucy e Olive, Adam não tem como se livrar da companhia de sua perseguidora e ela é apenas tão boa com Aiden, que quando ele se vê sem uma babá, acaba tendo que aceitar que Lucy cuide de seu filho.

Então, vocês sabem, aí é onde tudo começa. Eventualmente os dois vão estar enlouquecidamente atraídos um pelo outro ou não, e não vou contar o resto.

Ela me vendeu a história tão completamente, que eu apenas preciso ler o livro da Olive e do Jason. Não é aquele tipo de história que parece que a vida dos personagens começou porque conheceu o outro. Eles têm um passado, falam de um passado que você quer saber mais sobre. E tem as estrelas de cinema que são legais e não uns babacas, isso conta como um fator positivo, certo?

Ah, e a criança estranha mais doce.

Claro, tem uma pilha de intrigas na história, principalmente vindas da ex-mulher de Adam (que é uma vaca vaca vaca vaca vaca vaca que não merece ser mãe de crianças boazinhas, porque as perde no aeroporto), mas nem tudo é perfeito.

Porém, mas, e, entretanto, melhor que tudo isso, foi ser surpreendida. Quando eu achei que já sabia tudo, que não havia mais o que esperar da trama, Ella Maise vai lá e BAaaaM, dá o melhor tiro de todos. O tenho que dizer, só tornou Adam mais incrível e doce (o que é uma coisa bem ruim, já que ele não existe).

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É uma dessas histórias despretensiosas que quando a gente menos espera, entrou no nosso coração. E não por um grande acontecimento trágico, ou algo épico e incrível que tenha acontecido, apenas por ela toda. Acho que a Ella conseguiu a mistura perfeita: bons e sólidos personagens, bem-humorados, com a dose certa de sarcasmo e emoção. Tudo pareceu acontecer no momento certo, foi leve, mas sério, doce, mas não meloso.

“Estou torcendo por você,” sussurrei. “Eu nunca desejei que um príncipe me salvasse, porque posso me salvar, muito obrigada…, mas estou desejando isso agora, Adam Connor. Espero – e posso esperar muito, que seu beijo rompa a maldição. Espero que seja você, Adam. Espero que você seja o herói da minha história, porque mereço ser amada, porra. Eu mereço ter alguém dançando comigo sem música.” Parei para poder respirar e observar os olhos de Adam escurecerem. “Mereço ter você comigo mesmo. Eu mereço te amar.”

Então se você tá aí procurando algo leve, doce e engraçado pra ler, esse é o seu livro.

Beijo pra vocês ;*

Paz ❤